Sinopse:
Apontado pela crítica especializada como um dos grandes nomes da literatura russa atual, o escritor Boris Akunin criou um personagem fascinante — Erast Fandórin, um jovem detetive moscovita do final do século XIX — herói e protagonista da série AS AVENTURAS DO DETETIVE FANDÓRIN. Publicada em 20 países a coleção já ultrapassou a marca de 10 milhões de exemplares vendidos em todo mundo.Depois de lançar simultaneamente os dois primeiros títulos da coleção no Brasil, a editora Objetiva publica LEVIATÃ, a nova e empolgante trama do detive Fandórin que surpreenderá o leitor a cada página.Março de 1878. O descomunal navio a vapor Leviatã faz sua viagem inaugural, zarpando de Southampton, na Inglaterra, com destino a Calcutá, atravessando o canal de Suez. Em Port-Said, no Egito, embarca Erast Fandórin, que irá assumir o cargo de diplomata russo no Japão. Alguns dias antes, um crime brutal abalara a alta sociedade parisiense. Lorde Littleby, um rico colecionador de arte inglês, e seus nove empregados foram brutalmente assassinados. O criminoso roubou da mansão de Littleby uma estatueta de ouro de Shiva e um lenço indiano. A única pista que deixou estava nas mãos crispadas do aristocrata: um emblema de ouro com a forma de uma baleia. A polícia logo descobriu que esta insígnia fora distribuída a todos os passageiros da primeira classe e aos oficiais superiores do Leviatã.A viagem no suntuoso navio transforma-se num jogo perigoso. Outras mortes vão acontecendo e é preciso toda perspicácia de uma mente brilhante para se descobrir quem está por trás dos crimes. Num saboroso jogo literário em que o raciocínio lógico vai, pouco a pouco, conduzindo à velocidade dos fatos, a história se constrói pela narrativa de diferentes passageiros do navio.
Minha Opinião:
Segue a mesma linha de o Valete de espadas, Fandórin tenta desvendar um assasinato, há muitas pessoas envolvidas, mas apenas um único culpado!


